quarta-feira, 22 de julho de 2009

SANTA CRUZ, UMA ETERNA ESPERANÇA!





Santa Cruz, duas palavras, nove letras, três cores e uma paixão misturada com loucura. Esta é uma definição simplista do Terror do Nordeste, ou o Mais Querido como prefira chamar. Definir um sentimento não é nada fácil. O que é o amor? O que é a paixão? O que é a esperança? Sentimentos são intangíveis, mas demonstrá-los fica fácil, já que podemos resumir tudo isto com apenas uma frase: A torcida do Santa Cruz.

É comum se dizer que tudo no mundo acaba. A vida, por exemplo, termina com a morte, esta sendo inclusive a única certeza entre todos nós seres humanos. Namoros, paqueras, casamentos, todos chegam ao fim, seja por incompatibilidade ou pela morte de uma das partes. Sempre me perguntando qual é o limite da torcida do Santa Cruz, mas de fato não consigo encontrá-lo, tendo em vista que após tantos fracassos, desilusões e tristezas não se encontra nada que tenha diminuído o amor, paixão ou qualquer outra palavra que demonstre o afeto deste relacionamento entre torcida e o clube. A lógica seria que a relação fosse extinta ou na melhor das hipóteses abalada, mas não, a paixão, o amor e a determinação da torcida aqueceram o relacionamento, e hoje, mesmo amargando uma nada interessante série D, o Terror do Nordeste continua arrastando multidões, seja no Colosso do Arruda ou em qualquer outra parte do país. Basta o Santa Cruz jogar para sabermos que teremos casa cheia. Enquanto o time nos últimos anos quebrou recordes negativos de resultados, sendo rebaixado da série A para série D do futebol brasileiro, em forma de queda livre, a torcida fez exatamente o inverso, quem estava adormecido acordou, e quem já estava acordado ficou ainda mais esperto, e como conseqüência, hoje mesmo na pior divisão do futebol brasileiro em nível técnico, estrutural e sistemático somos uma das maiores forças no cenário nacional, superando inclusive os demais clubes do nordeste que figuram nas séries A e B do campeonato nacional. Por isto dizemos sempre, time na série D com torcida de série A.

Por tudo supra mencionado sabemos que sábado, mais uma vez, teremos nosso estádio lotado com milhares de torcedores apaixonados que sempre acreditam na equipe e só merecem receber uma única palavra após o término da partida, vitória. Vitória esta não só da equipe em campo, mas da imensa torcida que amargura nos últimos anos péssimas administrações, jogadores e comissões técnicas. Sabemos que Sérgio China pode estar fazendo seu melhor, ser uma grande promessa, e daqui a alguns anos figurar entre a nata dos treinadores do país, mas devido a fragilidade da torcida e por tabela, a sua impaciência. O imediatismo reina entre a imensa massa coral, não no sentido de jogar hoje uma série A, mas de entrar em campo e obter resultados condizentes com as condições e grandeza do Santa Cruz Futebol Clube. Não existe adversário para respeitarmos além do respeito padrão, respeito este que temos a qualquer coisa ou pessoa nas nossas vidas. Respeito é uma palavra que deve existir sempre, seja entre pais e filhos, patrões e funcionários, ou no nosso caso, entre torcida e equipe. Ninguém é invencível, até porque todos são vencidos pela morte. Nós torcedores não seremos vencidos pelas dificuldades, sempre lutaremos, cantaremos e daremos nosso melhor em campo. Ao mesmo tempo nosso time jamais deve se abalar ou deixar de acreditar no seu potencial e em um futuro melhor, tanto profissionalmente quanto para o clube em que se trabalha.

Em suma, gostaríamos apenas de pedir para que os jogadores, comissão técnica e diretoria reflitam isto em campo, com RAÇA, vontade de GANHAR e lembrando sempre que quem estará jogando é o SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE e quem estará assistindo é sua GIGANTE TORCIDA.

João Cunha 22/07/2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

O DESMANTELO TÁTICO


Foram pouco mais de dois meses de preparaçao. Uma folha salarial beirando os 280 mil reais (maior das séries C e D). Uma grande expectativa foi gerada. Todos criam que o Santa Cruz seria o grande time da série D, primeiro sem segundo, como o Corinthians da série B 2008. Tínhamos (ainda temos) no elenco jogadores que disputaram as séries A e B recentemente e que passaram por clubes de tradição do futebol brasileiro como Gustavo, Tamandaré, Alexandre, Reinaldo e outros.

Entretanto a nossa expectativa tem sido frustrada. Nosso time joga mal e está longe de possuir qualquer padrão de jogo. Os jogadores não se entendem no confuso esquema de Sérgio China. Sobrevivemos na base de jogadas individuais, bolas paradas e na raça dos nossos jogadores. Foi assim que arrancamos contra o Central "nos ferros", faltando meio minuto para encerrar a partida. Neste jogo nosso treinador nos deixou sem laterais, deixando uma avenida que foi muito bem aproveitada pelo lateral-direito
Baiano, do Central, de onde surgiram os dois gols patativas. Antes disso tirou Gobatto (jogar que não sou muito fã), único armador do time, para colocar mais um cabeça-de-área, Neto Maranhão. Ficamos literalmente na base do chutão, não havia criação e o time caiu vertiginosamente na segunda etapa da partida. E olhe que nossa escalação foi num 4-5-1 com 3 volantes...

Passemos ao jogo contra o Club Sportivo Sergipe, no Batistão, em Aracaju. Repetido o mesmo esquema tático e time, com a exceçao do goleiro Gustavo e do meia Gobatto, substituídos por Jaílson e Rossini, respectivamente. O time, mais uma vez, com criação de jogadas e padrão de jogo quase nulos. Reinaldo isolado, Juninho correndo feito um louco tentando produzir algo, Rossini (fora de ritmo ainda) como uma barata tonta no meio. Ah ! ainda teve o adendo da nossa marcação estar falha. Resultado: Fomos vergonhosamente encurralados pelo Sergipe e tomamos o 1x0. E deixamos de tomar mais graças à bela atuação do jovem arqueiro Jaílson. No segundo tempo, China tentou corrigir as merdas que havia feito colocando três jogadores ofensivos: Miller, Gilberto e Aleandro. Encurralamos o Sergipe, é verdade, mas foi muito mais pelo fato do treinador alvirrubro ter recuado demasiadamente seu time do que pelo padrão de jogo do nosso. Pressionamos de maneira desordenada e desesperada em busca do gol. Não adiantou. Errou-se muito e dessa vez não bola parada que nos salvasse. 1x0 pro Sergipe e primeira derrota no certame.

Agora, caros amigos tricolores, o que nos resta fazer é continuar torcendo para que haja melhoras e que nosso time vença esse mesmo Sergipe no Arrudão no próximo jogo. E torcer também (sei que é difícil que aconteça) que Sérgio China não faça besteiras.

Abraços a todos e saudaçoes tricolores,

Lucas Raphael

segunda-feira, 20 de julho de 2009

FORA CHINA. Acorda diretoria



É público e notório que boa parte da grande torcida tricolor está insatisfeita e perdeu qualquer credibilidade que depositava em Sérgio China, já que este provou ser apenas um "cientista maluco", sem comando, sem humildade e que foi contratado e conta com o apoio de nossos dirigentes. Quando é pra fazer chamativos pra torcida ir a jogo, se associar, entre outros sabem fazer. Agora é a vez de vocês escutarem a torcida, dessa forma vocês estão sendo contra a vontade da massa coral. FBC, Sidney Aires, Nevton Borba, Roberto Arraes esse comentário é pra vocês. Sei que pegaram um clube com dívidas, obrigado pela coragem e hombridade de tentar entrar nessa barca furada junto conosco. Obrigado pela loja, sistema de sócios, reforma do Arruda, mas tudo isso será em vão caso o acesso não seja conquistado, o que acho muito provavél com esse pseudotreinador no comando. Não se pode dar tanta moral e prestígio a alguém que no presente não convence, não demonstra indicativos de possíveis melhores, não tem humildade em assumir erros, e possui passado vasto para jamais ter sido escolhido como técnico do Terror do Nordeste, tendo inclusive sido demitido do grande Vera Cruz. Sérgio China já devia ter desembarcado desempregado em Pernambuco. É hora de jogar todo o "planejamento" que existia pro ar. No mais a gente confia em vocês. Só falta acertar no futebol, só isso. Contratar é ótimo, mas contratar sem comandante não surte efeito.